Padronizar as interfaces foi fundamental para a melhoria da usabilidade dos portais e aplicações web internos da ANA. O desafio foi criar um modelo flexível o suficiente para viabilizar uma miríade de aplicações que já estavam em desenvolvimento além de deixar espaço para futuros produtos.
O padrão que projetei, que inclui o modelo de interação e o design visual, teve bastante êxito.
Para os usuários, os pontos mais positivos foram: reduzir a curva de aprendizagem da utilização de novos produtos e evitar erros de operação nos diferentes sistemas.
Para a equipe de desenvolvimento web, reduziu-se consideravelmente o tempo de prototipagem e de desenvolvimento graças a possibilidade de reutilizar as interfaces.




